A Itália registrou 10.010 novos casos por coronavírus nas últimas 24 horas, disse o Ministério da Saúde. É a maior contagem diária desde o início do surto no país. O recorde anterior havia sido na quinta-feira (15), quando o país contabilizou 8.804 novas infecções.

O ministério também relatou 55 mortes relacionadas ao coronavírus, contra 83 no dia anterior. O número é bem menor que os registrados no auge da pandemia na Itália (março e abril), quando um pico diário de mais de 900 mortes foi alcançado.

A Itália foi o primeiro país da Europa a ser atingido pela Covid-19 e tem o segundo maior número de mortos no continente depois da Grã-Bretanha – 36.427 mortes, de acordo com dados oficiais.

O governo italiano impôs na terça-feira (13) novas restrições a reuniões, restaurantes, esportes e atividades escolares em uma tentativa de diminuir o aumento de infecções.

No entanto, alguns especialistas disseram que as medidas eram muito limitadas e alguns líderes locais já anunciaram ações mais agressivas para suas regiões.

Na quinta-feira, a Campânia, que está centrada na cidade de Nápoles, no sul do país, ordenou que todas as suas escolas fechassem por duas semanas, enquanto o líder regional Vincenzo De Luca disse na sexta-feira que imporia um toque de recolher na noite de 31 de outubro para evitar o vírus se espalhando em festas "estúpidas" de Halloween.

O chefe da Lombardia, no norte, a região mais atingida na Itália, disse na sexta-feira que revisaria o horário de funcionamento de bares e restaurantes e fecharia centros de jogos e salas de bingo. Ele também pediu às universidades que voltassem ao ensino à distância.

O primeiro-ministro Giuseppe Conte descartou a reintrodução de um bloqueio nacional.

 

 

 

 

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