A segunda turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu em votação na última segunda-feira, 19, que a progressão de regime do ex-ministro Geddel Vieira Lima para o semiaberto, como pediu a defesa, só acontecerá após o pagamento integral da multa estipulada pela Justiça.

Votaram contra a progressão os ministros Edson Fachin, relator do processo, Gilmar Mendes, Celso de Mello e a ministra Carmen Lúcia. O ministro Ricardo Lewandowski foi o único a votar favoravelmente pelo pedido pois entendeu não ter havido ainda trânsito em julgado do acórdão condenatório.

A multa de Geddel é estipulada no valor de de R$ 1.625.977,52 para além da reparação a título de danos morais coletivos, no montante de R$ 52 milhões, relativo ao dinheiro encontrado pela Polícia Federal (PF) em um apartamento em Salvador em 2017.

 

 

 

 

 

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