Em manifestação após provocação do ministro Ricardo Lewandowski, relator no Supremo Tribunal Federal (STF) das ações ajuizadas por partidos políticos acerca da compra de vacinas contra o novo coronavírus e da obrigatoriedade da imunização, o governo Bolsonaro, através da Advocacia-Geral da União (AGU), informou que é atribuição do Poder Executivo decidir quais vacinas contra o novo coronavírus poderão integrar uma eventual campanha de vacinação no país.

“Tal função cabe ao Poder Executivo que detém a expertise e os meios institucionais para definir a aquisição de uma, ou mais de uma, vacina segura e eficaz (quando houver) para aplicação em massa na população brasileira, sem riscos à saúde pública", ressaltou o governo no documento.

Em uma cruzada contra vacina CoronaVac, produzida pela empresa chinesa Sinovac e testada pelo instituto Butantã, que poderá fabricá-la, e que vem sendo promovida pelo governador de São Paulo, João Dória (PSDB), seu ex-aliado e agora rival político, Bolsonaro espera que uma vacina sob tutela dos EUA possa provar sua eficácia antes da produzida pela China. O presidente da República também é contra uma vacinação compulsória e já declarou publicamente que não permitirá tal prática no país, garantindo que brasileiros não serão “cobaias de ninguém”.

 

 

 

 

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