O auxílio-emergencial voltará a ser pago em 2021 caso haja uma segunda onda da covid-19, a informação foi dada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta terça-feira (10/11).

“Deixamos bem claro para todo mundo: se houver uma segunda onda no Brasil, temos já os mecanismos. Digitalizamos 64 milhões de brasileiros. Sabemos quem são, onde estão e o que eles precisam para sobreviver”, ressaltou Guedes durante uma teleconferência com a agência Bloomberg.

Segundo o ministro, a pasta prevê que os gastos da Covid-19, que representam mais de 8% do Produto Interno Bruto (PIB), serão menores no caso de uma nova pandemia.

Paulo Guedes ainda informou que o auxílio emergencial, é a principal medida da crise ao demandar R$ 322 bilhões, porém, a ideia do Governo era pagar um valor menor por um tempo maior, mas a classe política mudou os números.

O plano do governo era que R$ 200 fossem pagos à população, porém, o Congresso cogitou R$ 500 e presidente Jair Bolsonaro aumentou para R$ 600, com a meta de ficar com a paternidade do valor. Após cinco meses, o valor caiu para R$ 300.

O ministro reiterou que o governo Bolsonaro estará pronto caso a doença atinja o país novamente:

“Nós podemos gastar um pouco mais. Exatamente porque as pessoas entendem que temos que voltar à situação anterior tão logo a doença nos deixe”, afirmou. “Nós estamos prontos para agir se a doença vier novamente, mas certamente não agiremos [dessa forma] se ela for embora”, afirmou.

 

 

 

 

 

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