A diferença dos valores das mensalidades de planos de saúde relativas a suspensão dos reajustes (anual e por faixa etária) durante a pandemia, entre setembro e dezembro, será feita em 12 parcelas iguais, de janeiro a dezembro do ano que vem.

Em reunião nesta quinta-feira, a diretoria da Agência Nacional de Saúde (ANS) determinou ainda que o teto para o reajuste dos oito milhões de usuários de planos individuais referente a este ano será de 8,14%. O percentual de reajuste se aplica ao período de maio de 2020 a abril de 2021, de acordo com a variação de despesas assistenciais observadas entre 2018 e 2019. Em nota divulgada no site, a ANS chama atenção que trata-se "de período anterior à pandemia e que, portanto, não apresentou redução de utilização de serviços de saúde. Os efeitos da redução serão percebidos no reajuste referente a 2021", complementa. Sobre o pagamento da diferença dos reajustes suspensos, a diretoria estabelecer que a cobrança esteja explicitada no boleto, de forma clara para o consumidor saiba do que se trata a cobrança, o período de início e término. A agência abriu a possibilidade de que a recomposição seja feita em prazo menor ou maior, desde que seja uma solicitação do beneficiário ou da empresa contratante à operadora.

 

 

 

 

 

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