O Congresso Nacional entra em recesso oficialmente a partir desta quinta-feira e posterga, para 2021, pautas econômicas tidas pelo Executivo como prioritárias e urgentes. Em mais um ano marcado pela falta de articulação do Planalto com a Câmara e o Senado, não houve consenso para votação de matérias do chamado Plano Mais Brasil.

Entre elas, a PEC Emergencial que prevê medidas de controle de despesas e de reequilíbrio fiscal. Também permanece incerta a criação de um novo programa para substituir o auxílio emergencial.

As principais reformas – Tributária e Administrativa – patinaram. O Executivo enviou apenas uma, das quatro partes do texto da reforma Tributária ao Congresso. E a Administrativa não andou desde que foi enviada em setembro.

Promessas de campanha de Bolsonaro e Paulo Guedes, as privatizações engrossam o saldo negativo do governo. Apenas um projeto de venda de estatal – da Eletrobras – foi enviado ao Congresso e permanece parado na Câmara.

 

 

 

 

 

 

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