O caso conhecido como “QG da Propina”, que levou à prisão o então prefeito do Rio de Janeiro, Marcello Crivela, sairá do 1º Grupo de Câmaras Criminais do Tribunal de Justiça do Rio para a primeira instância. Os autos serão redistribuídos nesta quarta-feira, 6, à 1ª Vara Criminal Especializada de Combate ao Crime Organizado.

Fora do cargo de prefeito, Crivella deixa de ter foro na segunda instância. Em prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica, Marcello Crivela é acusado de liderar um esquema de liberação de pagamentos a credores da prefeitura em troca de propina.

Uma das linhas em andamento da denúncia, apresentada pelo Ministério Público estadual (MP-RJ), apura se Crivella teve acesso prévio ao inquérito sob sigilo, a tempo de esconder provas. Outra investigação apura o atentado ao restaurante Tre Torri, alvo de 26 disparos em 6 de novembro. O estabelecimento pertenceu a um dos delatores do “QG da Propina” e foi usado para camuflar pagamentos de propina.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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