Após os desgastes causados pelas denúncia da Operação Faroeste, o governo do estado iniciou o processo de desmonte na Superintendência de Inteligência na Secretaria de Segurança Pública (SSP) e o plano para colocar a máquina de escutas telefônicas sob controle da Polícia Civil. O primeiro ato veio com a nomeação, sábado passado, do delegado Ivo Tourinho para chefia o setor no lugar do agente da PF Rogério Magno, demitido no começo do mês à reboque da queda do ex-secretário Maurício Barbosa. Tourinho, que já dirigiu a Inteligência da Civil, era opositor do comando da SSP sobre os equipamentos utilizados em interceptações telefônicas e telemáticas e para quebra de sigilos bancário e fiscal. Ele chegou a ser exonerado do cargo em 2018, depois de entrar em rota de colisão com Mauricio Barbosa.

Até hoje, a Bahia é o único estado do país em que a ferramenta é controlada exclusivamente pela SSP. O que levou o Ministério Público Federal a ajuizar ação para que o controle do LAB-LD fosse entregue à Civil, como determina o dispositivo da Constituição que regulamenta investigações criminais com quebras de sigilo e interceptações.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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