A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados definiu, nesta segunda-feira, 18, por 4 votos a 3, que a eleição interna da Casa será presencial no dia 1° de fevereiro, como defendiam os apoiadores do candidato Arthur Lira (PP-AL), que tem maioria no colegiado. O pleito será secreto, como diz o Regimento Interno.

Apoiadores de Lira defendiam que a votação ocorresse de forma presencial, o que, na avaliação deles, seria uma vantagem para o candidato do Planalto, visto que muitos votos são revertidos na reta final. Eles avaliam que, se a votação fosse remota, poderia ocorrer alguma coerção dos líderes partidários.

Voto vencido, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), fez questão de destacar posição contrária. “Se decidiu, por maioria, contra o meu voto, não ter nenhuma flexibilidade de votação remota para os deputados e deputadas do grupo de risco”, disse Maia.

“O número de deputados do grupo de risco não é tão grande, mas vamos ter que mobilizar mais de 2 mil funcionários diretos e indiretos, a imprensa. Acaba tendo uma circulação mínima de 3 mil pessoas”, acrescentou.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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