Em meio à pressão sofrida para analisar a viabilidade da vacina russa Sputnik V, a pedido do Governo da Bahia, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) buscou a OMS e o órgão regulador da Rússia, para levantar informações sobre o imunizante.

Atualmente, a Sputnik V ainda aguarda a liberação para realizar testes no Brasil. No entanto, uma possível saída seria aprovar o uso emergencial da vacina, baseado na aprovação da agência reguladora russa.

Além da Rússia, a vacina já está sendo aplicada em países como Paraguai, Venezuela, México, Bolívia, Argélia, Sérvia e Hungria.

Na última segunda-feira (25), técnicos da Anvisa se reuniram com membros do órgão equivalente na Argentina, justamente para discutir a aprovação da Sputnik. No país vizinho, contudo, o processo é inverso. Primeiro, o órgão regulador aprova, mas quem dá o aval final é o Ministério da Saúde.

 

 

 

 

 

 

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