Ministério da Saúde enviou nesta segunda-feira (8) um alerta para secretários de Saúde de todo o país para que a campanha de vacinação contra a Covid-19 mantenha o foco nos grupos prioritários definidos no Plano Nacional de Imunizações (PNI).

A mais recente versão do PNI prevê 77 milhões de pessoas nos grupos prioritários da vacinação, sendo que apenas 4 grupos estão delimitados na primeira fase Ao contrário da versão anterior do PNI, o atual texto não detalha as demais fases e públicos da campanha. Nesta segunda, uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski determinou que o governo defina a ordem de grupos com prioridade para a vacina.

O aviso do Ministério é anterior à decisão de Lewandowski e foi enviado em forma de ofício aos presidentes de três órgãos: Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Conselhos das Secretarias Municipais de Saúde (Cosems).

O governo alerta que, na "primeira fase" da vacinação não previa vacinar 100% dos profissionais de saúde. E, apesar de os estados e municípios poderem definir quais grupos podem ser priorizados, o Ministério da Saúde afirma que os responsáveis pelas mudanças na ordem dos grupos prioritários devem assumir "riscos de eventuais faltas de vacina para os respectivos grupos".

 

 

 

 

 

 

 

 

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