O decreto estadual que proíbe as aulas presenciais no estado tem vigência até o próximo dia 14 de fevereiro, com probabilidade de renovação por, pelo menos, mais dois ciclos de 15 dias. Isso porque há, nos bastidores, um desejo de retomada no mês de março, porém cravar uma data ainda esbarra na oscilação dos dados epidemiológicos e na necessidade de garantir uma margem de segurança à toda a comunidade escolar.  

Após onze meses de interrupção das atividades escolares presenciais na Bahia, ocasionada pela pandemia da Covid-19, o desafio para se chegar a uma decisão comum que contemple as instituições públicas e privadas, evitando o aprofundamento de desigualdades entre as modalidades de oferta de ensino, tem mobilizado uma série de encontros entre o governo estadual, as gestões municipais, assim como representações das instituições privadas de ensino, tanto da capital quanto do interior, além de entidades de classes. 

O debate também tem contado com a participação da Comissão de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Serviço Público da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). O colegiado é presidido pela deputada Fabíola Mansur (PSB), enquanto a deputada Talita Oliveira (PSL) ocupa a vice-presidência. 

A deputada Fabíola Mansur, que é favorável ao retorno das aulas e tem participado das discussões, confirma que o gargalo atual é a definição do quando. 

 

 

 

 

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