A Fiocruz publicou nesta terça-feira um boletim especial alertando que, pela primeira vez do início da pandemia, o país inteiro apresenta piora de indicadores da Covid-19. Entre os aspectos analisados, estão o crescimento do número de casos e de óbitos, a manutenção de níveis altos de incidência de síndrome aguda respiratória grave (SRAG), a alta positividade de testes e a sobrecarga dos hospitais. Até então, a doença se apresentava em estágios diferentes nos estados.

Segundo a análise, o cenário alarmante representa apenas "a ponta do iceberg de um patamar de intensa transmissão no país". No momento, 19 unidades da federação apresentam taxas de ocupação de leitos de UTI acima de 80%. Por isso, eles defendem a necessidade de "adoção ampla de medidas não-farmacológicas". Entre elas, estão:

  •  Manutenção de todas as medidas preventivas (distanciamento físico, uso de máscaras e higiene das mãos) até que a pandemia seja declarada encerrada.
  • Adoção de medidas mais rigorosas de restrição da circulação e das atividades não essenciais, de acordo com a situação epidemiológica e capacidade de atendimento de cada região, avaliadas semanalmente a partir de critérios técnicos, como taxas de ocupação de leitos e tendência de elevação no número de casos e óbitos.
  • Implementação imediata de planos e campanhas de comunicação com o objetivo de esclarecer a população e reforçar a importância das medidas de prevenção e da vacinação.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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