De acordo com Censo da Sociedade Brasileira de Nefrologia de 2019, vivem na Bahia 10 mil dos 140 mil pacientes renais crônicos existentes no Brasil. Deste total, aproximadamente 8 mil necessitam se descolar de suas residências, às vezes de suas cidades, para se submeterem às sessões de hemodiálise até três vezes por semana, uma exposição que, em tempos de pandemia, eleva de 5 até 20 vezes, de acordo com estudos, os riscos de infecção pela Covid-19 a um grupo já listado como suscetível a apresentação de quadros graves e óbito em decorrência da doença. 

A imposição do deslocamento é um dos argumentos apontados pela Sociedade Brasileira de Nefrologia para o pedido de inclusão dos pacientes renais crônicos no grupo de prioridades para a vacinação contra a Covid-19. A mobilização tem sido feito em nível nacional, com recomendação encaminhada ao Ministério da Saúde, mas também em âmbito regional, a exemplo da pandemia, como explica o médico José Moura Neto, presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia – Regional Bahia. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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