Depois da chegada das vacinas contra a Covid-19, a demanda do paciente deixou de se resumir ao exame para saber se ele tem ou teve a doença. Agora ele também quer saber se está protegido com anticorpos contra o coronavírus.

Com isso, o mercado de testes evoluiu e ainda deve abrir novas fronteiras. No Brasil, os casos de vacina de vento, que foram aplicadas com seringas vazias, ajudam a impulsionar essa demanda porque elevam a insegurança em torno da imunização.

Os chamados testes de anticorpo neutralizante, que avaliam a imunidade, estão sendo lançados por empresas como Dasa, Fleury e Einstein. A Dasa afirma que o teste terá um uso importante para avaliar a produção de anticorpos no processo de vacinação.

Segundo a empresa, os exames de sorologia disponíveis hoje detectam a presença de anticorpos dos tipos de fase aguda IgM e de fase tardia IgG, indicando, de modo generalista, se a pessoa teve contato com o vírus no passado, sem saber se esse anticorpo é protetor. Já o anticorpo neutralizante é complementar ao diagnóstico e indica se o paciente está imune.

Além da pesquisa de anticorpo neutralizante, que pode ajudar a avaliar a resposta à vacina, o Fleury está lançando outros três testes, como o RT-PCR com coleta de saliva, diferente daquele de secreção respiratória com amostra do nariz.

No Einstein, o teste sorológico para apontar a presença de anticorpo neutralizante no sangue foi lançado em dezembro. O hospital ressalva que não vale como diagnóstico de doença porque não registra a presença do vírus, como o RT-PCR. E só revela a qualidade da resposta de defesa do corpo no momento do exame, sem indicar quanto tempo a imunidade fica ativa.

 

 

 

 

 

Redes Sociais


Fale Conosco

Preencha os campos abaixo, e assim que possível entraremos em contato
Enviando...
Mariani 24h © Copyright 2021