O futuro ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, defendeu a política do distanciamento social e o uso de máscaras para diminuir a circulação da Covid-19. Nesta quarta-feira (17), ele também prometeu a melhoria na capacidade de atendimento do sistema de saúde.

Até a noite de terça (16), 23 dos 26 estados e o Distrito Federal estavam com ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na rede pública acima de 80%. No mesmo dia foi registrado um novo recorde de mortes em decorrência da doença em 24h. Conforme o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o país contabilizou 2.841 óbitos em um dia e atingiu a marca de 281.625 de brasileiros mortos desde o início da pandemia.

“Esses óbitos que estão aí nós conseguiremos reduzir com dois pontos principais. Primeiro com políticas de distanciamento social própria que permitam diminuir a circulação do vírus, segundo com uma melhora na capacidade assistencial dos nossos serviços hospitalares. (…) O presidente, é óbvio, nos deu autonomia, mas também cobra resultado. Faremos ajustes no momento adequado. O ministro Pazuello tem feito um trabalho que a sociedade reconhece”, afirmou.

Queiroga falou ainda sobre a vacinação em massa dos brasileiros para conter a circulação do vírus e elogiou o trabalho da ciência.

“O Brasil tem grande capacidade de vacinar. Vamos criar as condições operacionais para que a vacina chegue à população e possamos conter o caráter pandêmico dessa doença. (…) Isso é fruto de um desenvolvimento extraordinário da ciência e esse desenvolvimento foi atestado pelas nossas agências, que são órgãos do Estado. O esforço do Ministério da Saúde será no sentido de manter a vacinação e, com isso, reduzir a circulação do vírus”, completou.

 

 

 

 

 

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