“A situação é crítica”. A situação do estoque de medicamentos para a intubação de pacientes com Covid-19 na rede particular foi relatada desta forma pela Associação Nacional dos Hospitais Privados (Anahp). Seis medicamentos duram apenas quatro a 19 dias. 

“Se medidas urgentes não forem tomadas em âmbito nacional, mais pacientes morrerão”, afirmou a Anahp, em nota.
A associação dos hospitais ressalta que se o cenário se agravar na rede privada vai sobrecarregar mais a rede pública. Secretários já relatam ao Ministério da Saúde enfrentar crise nestes insumos também.

A Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), por usa vez, frisa que as medidas anunciadas na sexta-feira (19) para facilitar a compra de remédios também alcançam a rede privada. Adotadas pela Diretoria Colegiada, as mudanças envolvem o registro das substâncias e a distribuição.

No primeiro caso, os medicamentos poderão ser comercializados excepcionalmente apenas com notificação à Anvisa, que é um registro simplificado. Anestésicos, sedativos, bloqueadores neuromusculares estão nessa lista.

Quanto a distribuição, a agência permite que a carga da substância possa ser transportada às distribuidoras e instituições de saúde enquanto são realizados os testes de controle de qualidade. O medicamento, porém, só pode ser utilizado após o fabricante comunicar sobre a aprovação do produto nos testes de esterilidade. 

 

 

 

 

 

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