Em campanha para pressionar o governo federal e o Congresso, servidores de forças de segurança de todo o Brasil estão mobilizados para promover nesta segunda-feira (22) um “lockdown” de protesto. Sindicatos e entidades que representam esses servidores pediram que eles deixem seus postos de trabalho das 15h às 16h, e protestem na frente aos prédios onde estão lotados. Militares, por lei, não podem se unir – pelo menos oficialmente – ao movimento.

Os sindicalistas reclamam da Reforma Administrativa que tramita na Câmara e reduz direitos dos servidores que entrarem após a aprovação da legislação.

“A proposta prevê, entre outros pontos, diversos prejuízos e riscos para as carreiras da segurança pública, como o fim da estabilidade, a adoção do vínculo de experiência e a possibilidade de criação e extinção de cargos de chefia por decreto”, argumenta a União dos Policiais do Brasil (UPB), em comunicado que circulou entre policiais nos últimos dias.

A UPB une mais de 20 entidades representativas de carreiras da segurança pública no Brasil inteiro. Nas últimas semanas, a entidade tem promovido protestos e carreatas contra a Reforma Administrativa. Até o presidente Jair Bolsonaro  apoiado por parte do segmento, tem sido considerado traidor pelos manifestantes.

 

 

 

 

 

 

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