Até  onde o presidente Michel Temer quer chegar ao tentar por todos os meios e fórmulas livrar-se das denúncias que gravitam em entorno de seu nome?

É a pergunta que não quer calar!!!

Na primeira denúncia que a Câmara rejeitou, o presidente, dizem, liberou  o pagamento de emendas parlamentares para conseguir apoio, trocou membros na comissão para votar a seu favor.

Agora vem a segunda denúncia. Essa é bem mais salgada que a primeira. Tem como tempero, denúncias do doleiro Lúcio Funaro. 

Segundo ele, (o doleiro), que trabalhou (?) Como consultor financeiro e banqueiro informal do PMDB, durante mais de uma década,  em sua lista de revelações estão subornos a parlamentares, venda de legislação e grandes esquemas de corrupção. A parte mais delicada envolve o presidente Michel Temer.

Segundo Funaro, temer aparece fazendo lobby para políticos, cobrando repasses de caixa dois e, também, como destinário de propina.

Ainda segundo o doleiro, o presidente “sempre soube” de todos os esquemas tocados pelo seu colegado, ex- presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e que Temer participava do esquema de arrecadações  de valores ilícitos dentro do PMDB.

Dois repasses entraram na “conta propina” administrada por Cunha, da qual Temer era beneficiário. 

O primeiro de 1,5 milhão de reais, veio do grupo Bertin. O segundo, em 2014, saiu de um acerto com a JBS no valor de 7 milhões de reais.

O presidente Temer, segundo o doleiro, também usou seu caixa (do doleiro) para financiar campanhas de aliados. O presidente tem dito, batendo firme, que é inocente, etc, etc. Se realmente é, porque luta prá que não seja investigado?

 Perguntar não ofende.

 

Em tempo: quem quiser saber mais detalhes da delação do doleiro Lúcio Funaro, leia a revista Veja de 13/09/2017 sob o título:  “Temer sempre soube”.

 

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