Apesar do déficit de R$139 bilhões previstos para as contas públicas em 2017, o esforço do Congresso Nacional para reduzir as suas despesas não será dos mais relevantes.

A Câmara dos Deputados e o Senado Federal tem orçamento previsto de 10,2 bilhões para 2017.

Isso quer dizer que o trabalho dos parlamentares brasileiros custará o equivalente a 28 milhões de reais por dia. Ou quase  1 milhão de reais por hora.

Os valores das dotações das casas legislativas estão previstas no projeto de Lei Orçamentária Anual.

Além de 513 deputados, a casa possui cerca de 16 mil funcionários efetivos e comissionados trabalhando todos os dias.

Os 513 deputados federais fazem parte de um seleto grupo muito bem remunerado no Brasil.

Consideradas as principais verbas a que tem direito, cada deputado pode receber sozinho até 83.628,53 por mês.

Somado à verba para custear os funcionários de seu gabinete, o deputado pode custar mensalmente até 180.744,66 aos cofres públicos brasileiros (se quiser, pode dizer custar aos bolsos dos trabalhadores), valor que no ano chegar a 2.168.935,92 por cadeira.

Os privilégios dos 81 senadores são ainda maiores do que os dos deputados.

Assunte: cada senador tem direito de contratar seis assessores parlamentares e cinco técnicos, que recebem, respectivamente, salários de 8 a 6 mil e 800 reais, quando solicitado pelos congressistas.

Tem também despesas mensais com caixa postal e telefônica que contabilizam 325, mil, média relativa ao tamanho da população do estado de origem do parlamentar.

Tem ainda cota de passagens aéreas que varia entre 9 mil e 25 mil reais.

Os senadores tem ainda direito a cobrir gastos com combustível e um carro à disposição com motorista. Diária de combustível fixada em 25 litros de gasolina, o que contabiliza cerca de 1,300 por mês.

Não dá prá enxugar essa despesa?

Perguntar não ofende.

 

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